
Diz-se por aí que nunca se deve voltar a um sítio onde já fomos felizes. Pois….mas a malta aqui por estes lados não é muito de cumprir regras e vai daí, voltamos ao Avelinistão (Condado do Marco de Canavezes) para escrever aquela que foi provavelmente a página mais exigente das crónicas da Vida Dura. Apanhamos não a maior mas seguramente a pior molha de todos os tempos! Mais uma vez, saímos ao raiar do dia com a promessa de sol e de um belo
cabrito para o almoço. Ao que parece o cabrito pega de estaca ali por aqueles lados e no Club como se sabe, ninguém vira as costas a um desafio gastronómico. A verdade é que fomos duplamente enganados! Sol…nada, cabrito…zero! Ao invés, fomos brindados com um dilúvio serrano acompanhado de neve e gelo em dó menor e, ao almoço…anho. E se no que diz respeito ao ensopado de Sérgio, Marcos, Zé e Pedro não há muito a acrescentar, já no que diz respeito ao almoço a coisa muda de figura. É que o anho, que era para ser cabrito e só não o foi porque quem o trouxe ao mundo foi uma ovelha e não uma cabra, estava cinco estrelas. Em teoria, a proveniência do animal até podefaz
er muita diferença mas na prática não faz nenhuma. Por cá, não comemos nem lã nem pêlo portanto, dá igual. Quanto a motos, tudo controlado. Depois dos problemas menores (nomeadamente no que diz respeito à bateria da KTM) registados na última jornada, decidi finalmente aderir a nova onda das enegias renováveis. Com as devidas adaptações, a mota anda agora a electricidade gentilmente cedida pela edp. Como podem ver na foto, basta ligá-la a uma “eólica” durante 3 horas e a máquina fica
imediatamente habilitada a percorrer
er muita diferença mas na prática não faz nenhuma. Por cá, não comemos nem lã nem pêlo portanto, dá igual. Quanto a motos, tudo controlado. Depois dos problemas menores (nomeadamente no que diz respeito à bateria da KTM) registados na última jornada, decidi finalmente aderir a nova onda das enegias renováveis. Com as devidas adaptações, a mota anda agora a electricidade gentilmente cedida pela edp. Como podem ver na foto, basta ligá-la a uma “eólica” durante 3 horas e a máquina ficaNada mau!

Já sabemos que ninguém gosta de “pegar de empurrão” de vez em quando. Atirá-las para a lama ou simplesmente tratá-las como meros objectos não é algo de que nos possamos orgulhar, bem sei….A verdade é que, nem sempre as sabemos ouvir. Toda a gente precisa de carregar as baterias de vez em quando… é normal! A nós também nos salta a tampa. Também nos falta um parafuso de vez em quando. E dai? E um “rater” de longe a longe também não é nada de extraordinário! Às vezes acontece nos momentos mais inesperados e elas também não nos criticam. Imaginem que todos os Domingos, vos levavam para o monte e vos saltavam para cima sem dó nem piedade. Gostavam? Gostavam, já sei Mas mesmo assim…. É por tudo isto e muito mais que aqui quisemos registar o momento. Num exercício pleno de combate à xenofobia, aqui fica o nosso tributo ás nossas companheiras.
Amarelas, Laranjas, Pretas, Azuis…a verdade e que elas estão sempre lá, prontas para a luta e plenas de vontade para nos levar por maus caminhos. Em meu nome pessoal e em nome desta pequena colectividade que é o CLub Vida Dura, aqui fica a nossa singela homenagem à nossas “mais que tudo”!Obrigado KTM, obrigado YAMAHA, obrigado SUZUKI….Obrigado GAS GAS que mesmo não sendo talhada para isto, vais e vens como as outras. Obrigado HONDA. És velha mas ainda te agu
l fantasma que há muitos anos nos assombrava e que só nos permitia andar de moto ao domingo! E depois, também era dia de regar as plantas e como tal começamos logo pela fresca lá para os lados do Marco de Canavezes. Mas logo a abrir o dia levamos as motos à inspecção. Sim porque aqui por estes lados gostamos de cumprir a lei e como todos já sabem, não se deve sair para o monte sem fazer a bela da vistoria na oficina do Zé. Passamos com distinção! O nosso inspector apenas detectou falta de carga nas baterias, ausência de óleo nas correntes, pneus vazios, fios queimados e outras deficiência menores que não são para aqui chamadas. Tudo normal!














